segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

tipos de densitometros

Tipos de densitômetros

Existem três tipos de densitômetros:
  1. Transmissão - A transmissão densitômetro mede a quantidade de luz transmitida através de um material transparente. Ela determina a opacidade para diferentes áreas de uma transparência original ou do filme processado negativo ou positivo.
  2. Reflexão - Um densitômetro de reflexão mede a quantidade de luz refletida por uma superfície, como uma reflexão original. As leituras de reflexão são também utilizadas para calcular total ganho de ponto, o erro de matiz, tom de cinza, e outras características de peças impressas.
  3. Combinação - Um densitômetro que mede a densidade de reflexão e transmissão.
Densidade e opacidade são a mesma coisa, mas eles são medidos de forma diferente. A densidade é medida com as leituras que são executados em uma escala de 0 a 4.0, com o maior número com a maior densidade. A opacidade é medido em números decimais variando de 1 a 100. Quanto maior o número, a opacidade, o Grande.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Densitômetro




Porque usar um densitômetro?

Qualquer processo de impressão, dos mais simples trabalhos em preto somente até os mais complexos podem e devem se beneficiar do uso de um densitômetro.
Você pode administrar seu trabalho sem um equipamento deste, mas o seu produto final nunca terá a consistência e qualidade que pode ser obtida com o uso correto e profundo da densitometria.
O densitômetro fornece o elemento de controle, proporcionando-lhe informações que irão orientar as decisões que você terá que tomar quando for imprimir um trabalho.

Então o que faz um densitômetro, afinal?

O densitômetro de reflexão (objeto do nosso estudo) mede a luz refletida de uma superfície, geralmente papel. Há condições especiais para o processo de medição garantir a coerência entre diferentes modelos de densitômetro. A leitura que você tem a partir de um densitômetro, ao medir uma amostra é dada como valor de densidade. Este é um rácio entre a luz de uma amostra para um valor nulo ou zerado. O densitômetro mede a quantidade de luz que recebeu de uma amostra e exibe o resultado usando uma saída logarítmica. Isto tem várias conseqüências.
Uma delas é que os números que você obtem a partir de um densitômetro parecem corresponder aproximadamente ao que você vê. Além disso, os números de densidade são muito mais fáceisl de usar.
Outra conseqüência importante, é que o valor da densidade de uma amostra de tinta é aproximadamente proporcional a espessura física da tinta ou, em outras palavras, a espessura da película de tinta.
Usando essas leituras de densidade, outros elementos do processo de impressão, como definição do ponto, também podem ser derivadas. O processo de impressão consiste em tentar reproduzir a paleta infinita do mundo real no âmbito limitado da tinta sobre de papel. O processo de reprodução moderna converte os tons contínuos de fotografias em diferentes padrões de pontos para representar as diversas nuances do original e real. Esses mesmos padrões de pontos são encontrados em todo processo de reprodução offset. Eles aparecem no filme, nas chapas e na folha impresa.
Para um ideal controle de qualidade é essencial monitorar esses pontos em todo processo.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Como passar do sistema RGB para o CMY?

Exemplo de uma cor:
x= 20R+40G+70B
w(branco)= 100R+100G+100B

resultado:
x=80C+60M+30Y
mostra que cmy é rgb invertido.

 

sintese subtrativa

Na síntese subtrativa, as cores básicas são exatamente o amarelo, magenta e cian , sendo suas complementares, respectivamente, o azul, verde e vermelho. Como na síntese aditiva, as cores básicas podem ser combinadas duas a duas ou todas entre si, em proporções iguais ou diferentes, para se formar todas as cores possíveis.

Estes conceitos de cores básicas e complementares são fundamentais para a compreensão de vários temas em fotografia, pois suas aplicações são importantes quando se deseja corrigir ou acentuar determinados aspectos do assunto fotografado, seja a cores ou Preto-e-branco. No campo do laboratório a cores, é essencial o domínio dos conceitos da síntese subtrativa. 
Síntese Subtrativa: na figura podemos ver as 3 cores complementares unidas, o ciano, magenta e amarelo que formam novamente o vermelho, verde e o azul, sendo que no centro temos o preto.
Ausência de primárias= Branco (tem que existir uma luz branca no inicio)
(primárias desligadas: ausência de tintas)

Sintese aditiva

A mistura aditiva acontece quando se consegue obter a mistura dos raios luminosos refractados (as sete cores do espectro solar) produzindo assim a cor branca. O facto de uma cor resultar da soma de outras, não perdendo as suas qualidades, é que dá o nome a esta mistura.

A síntese aditiva resulta numa mistura de luzes coloridas, que constituem o espectro visível. Por exemplo se projectarmos num ecrã branco, luz verde e luz vermelha temos como resultado a cor amarela e se ainda sobrepusermos o azul dá o branco.



Síntese Aditiva, o Vermelho, Verde e Azul formam o Ciano, magenta e amarelo, e ao centro o Branco


Esta é a síntese aditiva, assim chamada porque formamos as cores e o branco pela adição das cores básicas, também chamadas primárias ou fundamentais, ou seja, o vermelho, verde e azul. As cores formadas pela combinação das básicas chamam-se complementares ou secundárias, que, como vimos no caso da síntese aditiva, são o amarelo, o magenta (lilás) e o cian (azul-verde).
Uma cor é complementar (ou oposta) à outra quando se anulam reciprocamente, ou seja, quando as juntamos, se neutralizam. Para exemplificar, tomemos uma cor qualquer, o vermelho. Basta que juntemos as outras duas cores fundamentais da síntese aditiva, ou seja, o azul e o verde, para obtermos a cor complementar do vermelho, que é o cian. Um filtro cian não deixará passar nenhum comprimento de onda vermelho, deixando-o preto, e vice-versa.